Se ele é muito feliz, eu sou a mais feliz do mundo!

Atenção: Trata-se de um post de exibição total porque eu não consegui guardar isso só pra mim, precisei compartilhar. :D

Ontem cheguei à creche e como sempre fui buscar a Gio antes do Matheus porque se não, tenho de descer escada com os dois e mais as bolsas, já que o berçário é no andar de cima. Cheguei lá e ela estava dormindo, então falei que buscaria meu outro filho pra brincar um pouco no pátio e que se ela acordasse era pra me chamarem, assim não precisava atrapalhar o soninho dela.

Como combinado, fui brincar com ele no parquinho do pátio sem Gigi no colo. Nisso passou uma professora e mexeu com ele: "Oi, lindo!" Ele andava distraído em um velotrol e não ouviu. Chamei sua atenção pra ela: "Filho, a tia tá falando com você..." Ao que ela responde com empolgação:

"Quê??? Você é mãe dele? Eu sabia que você era mãe da "neném cabeluda, de sobrancelha quase juntinha" que já é maravilhosa, uma boneca, e agora você me diz que é mãe desse menino feliz?!?!?! Nossa, que coincidência, eu estava falando hoje com uma colega aqui, o Matheus é muito, muito feliz, quando não está sorrindo, está gargalhando, ou brincando, ou conversando com a gente. Como ele é tagarela, né? Ele nunca chora, dá pra ver que ele é muito feliz. Parabéns pelos seus filhos, muito lindos!"

Gente... depois do que passei na adaptação desse menino na escola, de tanto choro dele e meu na licença maternidade, da minha angústia de saber se estava fazendo a coisa certa, ouvir isso foi um alento e tanto pro meu coração. Contei isso pra ela e falei que tinha ganho o dia. Que ela nem imaginava o bem que tinha me feito. :)

Ver os filhos felizes se torna missão depois que você é mãe, né? Nada pode nos deixar mais realizadas. 

Qualquer dia eu conto sobre a adaptação dele depois de ter ficado com babá e todo o processo para chegarmos até aqui. Bom Carnaval!



O não desfralde ou como nem os super heróis tão dando jeito

Eu já falei por aqui que tentei iniciar o desfralde com o Matheus, né? Isso aconteceu porque no ano passado, quando passou a adaptação na escola, ele viu alguns amiguinhos indo ao banheiro fazer xixi e pediu para ir também. Chegou a ir algumas vezes ao vaso, a professora acompanhou, me comunicou que poderíamos começar o desfralde, pediu para ele ir de sapato/sandália/chinelo de plástico e levar mais bermudas. Fiquei toda animada. Assim fiz e tentei ir iniciar em casa também, como deve ser. Isso foi lá pra novembro. Mas eu nunca vi saindo xixi do pinto do menino em frente ao vaso, gente. Nunca nunquinha. Em casa ele jamais fez. Eu pedia para ele ir ao vaso e ele respondia: "Tá, mamãe, depois." Pedi ajuda da mãe de um amiguinho da escola já desfraldado porque eu podia estar fazendo algo errado. Ela me sugeriu não dizer para ir fazer, mas para falar que iríamos ver se tinha xixi. "Vamos ver se tem xixi, filho?" Nem assim. Aí conversei com outra. Ela falou que o dela amava adesivos e cada vez que ia ao vaso, podia colar adesivos. Que o banheiro estava cheio de adesivos mas que se tinha resolvido, era o que importava. Claro! Coisa de mãe, né? A gente quer é solução.

Pensei: Do que Matheus mais gosta? Bola e super heróis. "Matheus, comprei uma bola nova! Vamos fazer xixi no vaso? Depois mamãe desce pra jogar bola com você." "Não, mamãe, depois." Às vezes até agradecia: "Não, mamãe, depois, obrigada." Tipo, obrigada por se importar mas não, não, não me interessa agora. E nesse processo, eu já estava desconfiando que era para "competir" com a irmã.
Aí, no auge dos meus pedidos sem uma resposta afirmativa sequer, comprei duas camisas, uma do Super Homem, outra do Capitão América. Dei a do Super Homem e falei: "Filhoooo! Se você fizer xixi no vaso, a mamãe te dá uma igual do Capitão Américaaaaa! Olha que legaaaaaallllll!" "Camisa do Capitão América??? Legal, mamãe!!! Depois eu faço xixi no vaso então, tá?" Nem os já conhecidos e santos super heróis deram jeito. Aí passava um tempo eu chamava de novo, a menasmain oferecia a camisa chantageando descaradamente a criança e ele continuava negando. Lá pela minha quinta tentativa, tive a confirmação da minha suspeita. Meu brilhante e esperto menino me responde: "Mamãe, dá a camisa do Capitão América pra Gigi. Ela faz xixi no vaso." Choquei, gente! Só faltou mandar um faz o seguinte depois do "mamãe" da frase anterior.

Então conversei com a professora e expliquei que do jeito que algumas crianças regridem no desfralde quando o irmão chega, provavelmente no caso dele iria atrasar, que eu não estou com pressa e que precisaríamos de mais paciência. Enquanto ele não aceitar fazer em casa, eu vou oferecendo mas sem forçar ou qualquer outra coisa que o faça se sentir pressionado ou não o deixe à vontade para realizar esse grande marco no tempo dele. Afinal, esse é um marco de independência dos pais porque quando troco a fralda é tempo que ele tem garantido comigo. Inclusive já houve vezes de eu estar limpando a Gio de cocô e ele ao mesmo tempo me comunicar que está fazendo também, tipo acaba a dela logo que agora é minha vez de ficar contigo. Ele também já falou algumas vezes: "A Gigi não fez cocô no vaso, né, mamãe..." quase com um tsc, tsc, ao fim da frase, com ar de reprovação. Eu sempre respondo que a Gigi é pequenininha e que quando ele era nenenzinho como ela, ele também fazia só na fralda. Que ela faz isso porque não consegue pedir a mamãe, já que não sabe falar, e nem se equilibrar para fazer no vaso, já que não sabe andar. E que inclusive é ele que vai ensinar a ela como fazer xixi no vaso, já que ele é um rapaz e ela uma neném. Abafa que depois ele vai insistir para ela fazer em pé porque ele é bastante metódico, mas isso é lá pra frente e aí pensemos nisso depois rsrsrs.

Tô agindo certo, gente? Que que cês acham? Têm sugestões? Brigada!

(P.S: Tô escrevendo várias coisas como contando com vocês na fala, por isso tá cheio de palavra escrita errada mas acho que fica tão natural assim. Posso continuar? Beijo!)

Sabedoria de fofuchinho

Sabem aquele princípio 90/10 de Stephen Covey? Já ouviram falar? Aquele em que 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você e os outros 90% estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa? Pois é. Ontem senti isso na pele com a maternidade. Lembram aquela crônica do cocô em que eu fiz uma graaaça outro dia? Ontem aconteceu de novo, a mesma coisa, até um pouco menos, e se transformou em crise de choro, muito choro. E o choro era meu. Eu saio carregada com eles da creche. É muita mochila, a própria Gigi no colo. Quando tirei da cadeirinha do carro e vi que tinha acontecido de novo, fiquei chateada. Fiquei pensando se era a fralda que estava mal colocada, se era ela que estava se mexendo demais na cadeirinha que ela odeia e sempre chora... sei lá. Vi aquele cocô caindo de novo pela perna dela e minha blusa. Depois descobri cocô até na orelha. Acho que ela chutou lá pra cima um bocadinho. Tentei subir da garagem para casa rápido e o Matheus me acompanhou. Ao sair do elevador, ele travou. 

- "Filho, vamos logo, sai do elevador, por favor, porque a mamãe está carregada de peso." (voz normal)
- "(cara de paisagem)"
- Filho, por favor, vamos, a Gigi fez cocô e a mamãe tem de limpar, dá licença. (voz mais alterada)
- Não, mamãe, eu vou ficar aqui. (com cara de safado desafiador)
- "Matheus, por favor, sai daí que eu tô cheia de peso, meu filho, a porta do elevador tá pesada também, vem pra cá!"  (voz mais irritada)

Claro que ele não entendia o que era estar pesado e não se sensibilizou com minha situação. Mas resolveu obedecer e saiu devagarzinho. Larguei a porta do elevador (que realmente é pesadíssima, aquelas pantográficas) muito estressada. Entrei em casa e fui limpar a Giovanna. Matheus veio atrás de mim falando: "Mamãe, eu também estou fazendo cocô."

Por ter percebido que ele está disputando a atenção com a irmã, pedi para a professora enviá-lo de fralda para casa, já que ele não estava aceitando ir ao vaso nenhuma vez e a situação de se sujar todo em casa estava frequente. Acho que era quando ele relaxava, na chegada a casa, seu ambiente, e ele acabava fazendo antes mesmo de ir ao vaso. Por isso, ele estava de fralda ontem. No dia da Cocrônica, ele estava sem fralda, a situação foi ainda pior. Mas ontem eu que estava pior.

Meu dia não começou bem por um assunto nada a ver com eles nem com família, depois cheguei no trabalho e o prazo para concluir um processo estava acabando, eu dependia de outras pessoas para isso e não conseguia encontrá-las, o chefe estava cobrando e eu sem ter como entregar, a saudade dos filhos na segunda-feira estava maior por causa do fim de semana intenso, enfim, meu espírito ontem estava mais frágil. Cheguei em casa com muita vontade de abraçá-los, brincar com Matheus, apertar a Gigi, e a minha recepção foi um tanto conturbada. É, filhos não são brinquedo e alteram planos, mesmo que os planos fossem apenas brincar no chão da sala, eu nem estava exigindo tanto assim...

Depois de limpar os dois, deixei a Giovanna na sala para fazer xixi e ela começou a chorar. Tá numa fase de ansiedade de separação tão grande que eu virar as costas pra ela já é um grande drama. Pô, se você tem consciência de que está fazendo o melhor e que só ia atender a uma necessidade fisiológica sua e o neném chora, isso irrita. O choro naturalmente irrita. Não irrita de raiva, são meus filhos, eu os amo, mas me tira do eixo, sabem? Dá aquele nervoso que me faz perder um pouco o controle.

Liguei pro marido perguntando se estava chegando. Ele ainda estava saindo do trabalho. Pedi para que viesse o mais rápido possível porque eu não estava bem. Brinquei mais um pouquinho com eles, cheia de fome, mas não comi para evitar o choro da Giovanna que implorava pela minha onipresença. Matheus pedia sem parar biscoito da vaquinha. Ofereci fruta e ele não quis. Ontem não deu para insistir. Que fosse o biscoito da vaquinha, contanto que sentássemos no chão pra brincar, apenas brincar, sem choro, sem grito, sem escândalos.

Rafael chegou e perguntou se estava tudo bem. Pegou a Gigi e eu desabei. Comecei a chorar. E Gigi também porque tinha saído do meu colo. Ele percebeu que não era uma boa hora pra deixá-la ali e me socorreu. Murmurou com ela algo como: "Não, filhinha, agora você não pode ficar com a mamãe", e foi distraí-la com outra coisa. Nisso Matheus ficou do meu lado: "O que foi, mamãe???" Continuei chorando e não respondi. "O QUE FOI, MAMÃE???" Ele gritou meio desesperado. Continuou: "Você tá dodói?" Lembrei que uma vez li que não devemos chorar perto das crianças porque elas podem pensar que estamos chorando por causa de algo que elas fizeram. Lembrei também do Princípio 90/10 e que eu não estava chorando por causa delas e sim pela forma como eu estava reagindo. Eu não tinha controle sobre o choro da Gio e nem sobre a constante disputa de atenção do Matheus. Estou certa de que faço o que posso para isso não acontecer. Mas haverá dias em que isso vai acontecer independente do que eu faça. E quem vai determinar a minha reação sou eu. Respondi que estava chorando porque estava cansada. Ele retrucou: "Você não está cansada, mamãe. Você está bem." E foi a partir dali que eu fiquei bem mesmo. Obrigada, filho.



Mais amor e menos julgamento

No mundo materno existem dois tipos de julgamento: aquele que parece apontar o dedo para quem faz diferente do que a gente fez e aquele que critica sem piedade quem fala abertamente sobre como é difícil ser mãe às vezes. Sobre o primeiro, já existem muitos textos. É sobre o segundo que vou falar.

Outro dia li um artigo sobre maternidade que citava um certo livro, "Eu era uma ótima mãe antes de ter filhos" ou algo parecido, procurei para comprar e estava esgotado. Será que é porque quase a totalidade das mães se identifica com o título? 

Vi também no facebook uma charge com número incrível de curtidas, a de uma criança fazendo pirraça, em que antes de ser mãe a mulher pensava como aquela mãe não fazia nada pra conter aquilo e depois de ser mãe abraçava a outra e falava algo como "fica assim não..." Certamente o sucesso da charge mostrava que em algum momento já pensamos dessa forma, tanto antes quanto depois. 

Eu até achei que isso tinha a ver com ser mãe de primeira viagem e que depois de ser mãe eu já não julgaria mais. Ledo engano. No sétimo mês de gestação da Giovanna, com infecção urinária, fui ao consultório do meu urologista. Ele ainda não sabia da gravidez e tinha filhos com a mesma diferença de idade dos meus, um ano mais velhos. O tempo de consulta foi menor que o tempo de desabafos. Ele parecia estar sufocado e as palavras saiam fluindo como um rio em enchente.

"Nossa, você vai ver a loucura que é. O trabalho não é em dobro, é em triplo, em quádruplo, sei lá. Às vezes minha casa parece um hospício. O mais velho está morrendo de ciúme da mais nova. Várias vezes fiquei tão alucinado que comecei a descontar na minha esposa: 'você não devia ter esquecido de tomar a pílula. Não era hora de ter o segundo agora!' Pra você ter ideia, marcaram pra mim uma viagem em um congresso nos EUA e tô feliz da vida porque vou ter férias de casa. Me colocaram em um voo que com as escalas tava dando 24 horas no total. Liguei pra lá reclamando, dizendo que se não mudassem pra um voo melhor eu não iria. Mentira pura, tá maluco, no estado em que estou eu vou de qualquer jeito, nem que tenha escala lá no Japão pra voltar depois!"

Fiquei assustada, estranhei, pensei: "nossa, que exagero!". Julguei, cuspi pra cima e o cuspe caiu na minha testa.

Nos primeiros meses, naqueles dias de caos, eu só lembrava do Dr. Ricardo dizendo que o trabalho não era dobrado, era muito mais, e que a casa parecia um hospício. Tinha dias em que os dois choravam ao mesmo tempo. Ela, por motivos normais de bebê que não sabe falar. Ele, por ciúme querendo meu colo e pela pirraça clássica do terrible two. Eu, com vontade de me jogar pela janela. E o marido me ironizando dizendo que era pra eu pensar bem porque se eu me jogasse, eu seria culpada por filhos órfaos porque ele também se jogaria já que não tinha a menor condição de sobreviver à loucura sozinho. Alguém tinha de fazer piada no momento tenso. Hoje consigo rir, mas na época me dava ainda mais nervoso e, depois de conseguir acalmá-los, eu chorava de culpa por achar que não estava sendo a mãe que eu queria ser. 

No auge do meu nervosismo, de estar aprendendo a ser mãe de dois, eu estava pensando exatamente como o médico que eu outrora havia julgado. Estava sendo exatamente como ele disse que seria. Quando alguém me contava que estava grávida do segundo, meus pensamentos eram um misto de "parabéns, que felicidade!!!" com "caraca, tá ferrada!". E depois de pensar assim eu muitas vezes desabava em culpa. Algo do tipo 'Eu amo meus filhos mais que tudo, como posso estar pensando assim?' Pra piorar, é difícil alguém que publicamente fale dessa dificuldade em lidar com os sentimentos não tão bons que a maternidade pode provocar de vez em quando. Depois de estar quase surtada com o cansaço de administrar dois bebês praticamente, eu abria as redes sociais e dava de cara apenas com declarações fofinhas, fotos no estilo comercial de margarina e até algumas vezes críticas indiretas a quem reclamava dos percalços da maternidade. Meu alento era uma única amiga que postava algo que estava mais perto da minha realidade com a hashtag #maternidadesincera. Mesmo assim, parecíamos duas em meio a um monte de mães que só tinham coisas boas pra contar: nenhum cansaço, nenhuma sujeira, nada estragando seu imenso prazer com a  maternidade.  Ou éramos mães de quinta categoria ou havia muita mentira e omissão.

Como tenho certeza absoluta de que não sou perfeita mas faço o melhor pelos meus filhos, dou tudo de mim, prefiro pensar que o que acontece é a omissão e vergonha de admitir que somos mães reais.

Pra falar a verdade, no meu meio social, nas minhas rodas de amizade, eu não consigo encontrar uma mãe ruim sequer. Atualmente todo mundo tem filho porque quer, todo mundo mata um leão por dia para fazer o possível e o impossível para ver seu filho feliz e bem criado. Quando erra foi querendo acertar. Mas ainda percebo um grande tabu em falar dos pontos fracos e exibir as dificuldades da maternidade na imensa maioria.

Fazendo analogia a uma profissional, ainda que esta trabalhe com o que ame e seja plenamente realizada, sempre haverá alguma coisinha, por menor que seja, que não causará tanto prazer. Um atleta campeão que tem o esporte como sua vida e ame praticá-lo, certamente deve ficar de saco cheio alguns dias em que precise treinar sem hora pra acabar até que realize tal atividade/movimento com precisão. Por que então a cobrança com as mães? Por que julgamos quem abre o coração para desabafar do lado negro que muitas vezes nos faz querer férias da maternidade para que pudéssemos voltar com mais entusiasmo e por que não, com um amor de mais qualidade? Essa pergunta faço pra mim também. Já aconteceu e certamente em pensamento vai voltar a acontecer. 

Por isso escrevo esse texto como uma forma de lembrete para mim. Desejo que essa reflexão esteja sempre em nosso coração para que não usemos nosso amor só com nossos filhos mas também com as outras mães, que tanto dependem do nosso apoio. Muitas vezes, elas só precisam de mais amor e menos julgamento para que consigam ser a mãe que gostariam de ser.


Ser mãe é &*%$

Do dicionário informal, foda:
1 - Difícil, complicado.
"A prova que fiz ontem foi a mais foda da semana."
2 - Frustrante, desapontador.
"Aquela viagem foi foda, furamos dois pneus e não chegamos ao destino."
3 - O melhor, ótimo, demais.
"Aquele filme é foda, mereceu mesmo ganhar o Oscar."
4 - Muito legal, divertido, bacana.
"Adorei conhecer sua irmã, ela é foda!"

Depois dos quatro significados, alguma dúvida de que ser mãe é foda?

Mamãe Musa está se sentindo filósofa de boteco. :P
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...