Das minhas primeiras experiências com noras

E na casa do vovô e da vovó...

- Matheus, conta pro vovô como foi a festa do Lucas.
- Foi legal, mamãe, eu brinquei muito com o Bernardo, o Nicolas, o Lucas e a Valentina. Eu e a Valentina brincamos assim ó (e fez um gesto de bater as mãozinhas).

Eu já tinha percebido que a única menina que ele citava era a Valentina. E não sei se vocês já perceberam também que eu os chamo o tempo todo de gostosos. "Ai, como você é gostoso.", "Vem cá, minha gostosinha"... Ele associou gostoso a algo bom, legal, de que se gosta muito.

- É, Matheus? Você gosta da Valentina? 
- Sim.
- E das outras meninas, você gosta? De qual menina você gosta mais?
- Da Valentina.
- Por quê?
- Porque ela é a mais gostosa.

Foi difícil eu conseguir parar de rir, gente.
...

Aí ontem voltando da escola:

- Mamãe, você sabia que eu tenho uma namorada?
- Quê??? Ah é? E quem é sua namorada? (Esperando Valentina como resposta, já que é da sala dele).
- A Isabela.
- Que Isabela?
- A Isabela Bebeia.

A Isabela, apelidada desde a barriga de Bebeia, é filha de uma amiga com quem encontro bastante, linda, sapeca e uma gracinha, mostrando que Fofuchinho não é bobo nem nada.

Curioso é que nem eu nem a mãe da Bebeia, nunca incentivamos isso, até brincávamos com a Isabela ainda na barriga ("imagina se eles casam, vai ter foto dele beijando enquanto ainda estava na barriga", coisas do tipo, visto que tínhamos muitas fotos do Matheus e da barriga da Julia grávida), mas só entre nós duas, sem nunca passar isso aos dois, mesmo eles gostando muito de brincar juntos quando se encontram. Eu nunca perguntei a ele sobre namorada, nunca citei alguém como namorada dele, muito menos perguntei se ele tem namorada, porque acho que do jeito que o mundo está, quanto mais a gente puder adiar a configuração de casal e reforçar a inocência da infância, melhor. Mas né, taí a prova de que a gente não consegue manter numa bolha por muito tempo. Eu fiquei meio sem ação, mas o próximo passo, se acontecer uma próxima vez, vai ser perguntar se a Bebeia sabe que é namorada dele, porque né, a gente tem de mostrar desde cedo que a mulher tem tanto direito de escolher quanto ele. =)

Matheus e Bebeia na festa da Bia


Mamãe Musa sogra... vai vendo.

Quem é mesmo o coitadinho???

Talvez vocês não saibam, mas eu tenho evitado descrever minha rotina além do blog. E aí, vocês podem achar no mínimo estranho eu colocar no blog, público, para todos verem, minha rotina, e evitar falar nos meus grupos de convivência. Explico. É pelo simples motivo de que as pessoas muitas vezes não te entendem, principalmente se elas não estão na vibe filhos pequenos. Muitas vezes quem convive com a Musa, não quer ouvi-la falar de filhos, mas quem procura a Mamãe Musa quer falar e ouvir de filhos, sem hipocrisia, sem máscaras: a maternidade como ela é.

Quem me acompanha sabe da dificuldade do Matheus para tomar remédios. Eu percebo que não é bem uma pirraça porque a seringa chegando de longe já causa ânsia de vômito nele. Isso é uma coisa extremamente difícil de contornar, gente. Porque não se trata de vitamina, trata-se de antibiótico. Eu não posso deixá-lo ir para a creche sem tomar. E não estou nem falando da pontualidade do remédio, que também é importante, mas já aceitei que se tomar por volta daquela hora, estamos no lucro.

Eis que de manhã aconteceu de novo. E eu fiquei nada mais nada menos que 1:40h tentando fazer o Matheus tomar o remédio. Conversei mil coisas, falei que iria para o hospital para ele tomar na veia com agulha se não tomasse pela boca, pedi para ele se concentrar em engolir e não em vomitar, imaginem uma conversa ao longo de todo esse tempo. Isso ainda sem ter tomado banho e cheia de fome sem ter tomado café. Como Rafael que os levaria, eu já tinha me programado para fazer tudo depois que eles saíssem. Eu não contava que ia demorar tanto. A fome foi apertando, a hora passando e o desespero batendo. Eu, que preciso fazer horas no trabalho para compensar os dias que faltei com eles doentes, mais uma vez chegaria super atrasada. É muito ruim tentar dar remédio para uma criança sem perspectiva de ela botar pra dentro, gente. Um hora e quarenta minutos é muita coisa. Quem me conhece sabe que sou bastante paciente e tento me conectar, mas estava difícil. Para piorar, ainda precisei dar mais uma mamadeira à Giovanna nesse meio tempo, porque com o avanço da hora, ela chegaria atrasada à creche para a colação. 

Começou a ficar desesperador. Eu só pensava: Meu Deus do céu, o que que eu faço com esse menino? O que eu vou fazer para ele entender que não pode vomitar ao tomar o remédio? Eu já tinha tentado de boa, eu já tinha tentado à força, e tudo causava vômito. Desisti e fui "dar uma volta na casa". Nisso mandei mensagem que chegaria atrasada ao trabalho e voltei para uma nova tentativa. Ao fim, para resumir essa lenga lenga que já tinha dado o que tinha de dar, ele tomou o remédio da última vez, com a roupa toda vomitada, porque eu disse que se ele não tomasse eu não o trocaria. Mesmo assim ainda cuspiu umas vezes antes. O remédio indo embora em uma dose só. Gente, QUE STRESS. Foi phoda.

E aí, né, a gente tem de dizer que tá tudo bem com a gente se alguém pergunta. Porque se você conta essa história, a reação natural é alguém se compadecer da criança e responder um sonoro "tadinho", o que me causa um certo incômodo. Eu não nego que ele é coitadinho. Não nego que ele esteve doente, sentindo dor nas amígdalas. Não nego que aquele remédio estava difícil de ser tomado (mesmo eu tendo experimentado e ele não sendo tão ruim assim), para causar todo aquele vômito. Não nego que se bobear ele estava querendo era me prender em casa do lado dele porque enquanto eu estou tentando dar o remédio, ele tem certeza da minha presença, já que não posso sair para trabalhar. Estão vendo como tento me conectar? Mas, cara, depois, ele iria para a escola, iria brincar e melhorar, muito provavelmente. E eu? Aliás, eu não. E qualquer mãe que passa por isso? 

Tadinha de você que passou noites monitorando febre e está exausta.
Tadinha de você que adia sua hora de tomar banho, de comer e, muitas vezes, tem as refeições entrecortadas, para primeiro atender a seu filho, que precisa de você naquele momento.
Tadinha de você que tem de limpar vômito pelo corpo (seu e do filho), pela casa, pelas roupas, dar banho de novo e ter todo um retrabalho com o qual você não contava.
Tadinha de você que precisa gastar seu dinheiro suado em outro frasco de remédio (caro, por sinal), porque aquele não vai dar. Foram muitas doses perdidas em vômito.
Tadinha de você que já tem vergonha de chegar ao trabalho e ir se justificar para o seu chefe.
Tadinha de você que, por não ter ninguém para cuidar do seu filho, precisa chegar atrasada ou faltar no dia que ele não pode ir à escola, correndo o risco de perder seu emprego, já que, por causa das suas demandas pessoais, você não está interessante no momento para suprir as necessidades da empresa.
E principalmente, tadinha de você que passa por todo esse stress. Porque o resto passa, mas o stress eu não sei. Parece que se acumula e vai ficando. Com o detalhe que às vezes ainda aparece alguém para nos chamar de neuróticas.

Eu sei, eu mesma já falei, que tudo isso só acontece porque temos filhos. E amamos ter filhos. E eles compensam, sim, com muitas coisas que vocês sabem, não preciso descrever. Não é mais que nossa obrigação cuidar deles, afinal, eles não pediram para vir ao mundo. E é muito gostoso às vezes. Tal como é muito penoso às vezes. E somos humanas. 

É comum apenas nos preocuparmos em cuidar da dor física. A dor física (claro que não estamos tratando de dores crônicas) passa. A dor psicológica é mais difícil de passar. E nesse caso eu falo da dor do stress. Falei que não sei se passa, mas a gente sabe que passa. Só que enquanto não passa dói. E cansa. E exaure. 

Por isso, quando seu filho sofre, eu o acho coitadinho, sim. Mas principalmente, para mim, a pobrezinha é você. Para seu filho, já tem um monte de colo disponível. Para você, se não nenhum, poucos. Por isso, eu lhe digo que estamos juntas. E que, quando você precisar, vem cá que meu ombro, meu ouvido, meu colo, são todos seus. <3

Em dias difíceis, como eu me livro (por um tempo) das minhas lamentações

Ontem e hoje foram dias em que eu chorei. Chorei porque trabalhar e cuidar de duas crianças não é mole. Chorei porque estou exausta e muitas vezes me sinto perdida, porque sei que não há expectativa de descanso para mim, que também preciso.

E principalmente, chorei porque odeio quando meus filhos ficam doentes. Mande-me cuidar de 5 filhos saudáveis, mas não de um doente. Eu me sinto fragilizada junto. Eu fico profundamente abalada, física e psicologicamente. Acontece com você também? Claro, né? Toca aqui.

Olhem como foi minha noite ontem: 
Graças a Deus Gigi estava bem. Então, não me deu muito trabalho. Mas o Matheus foi diagnosticado com amigdalite, isso significa antibiótico e ele tem dias que me dá um certo trabalho para tomar remédio. Era um desses dias. Aí tá. Depois de muita conversa e tentativas, consegui que tomasse o antibiótico. Só que começou a dar febre de novo antes do intervalo de 6 horas para tomar de novo o Alivium. O Alivium (Ibuprofeno) ele toma bem em gotas. A Novalgina, mesmo infantil, ele não consegue tomar bem, nem na seringa, nem no copinho. O gosto não é ruim, mas, sei lá por quê, ele não tolera bem e, pior, não adianta forçar que ele dá ânsia de vômito. Aí estava eu, uma mãe quase desesperada, tentando manter a calma diante de uma criança com quase 39 de febre que vomitava cada vez que a Novalgina chegava perto. Sim, quando chegava perto, porque já é uma parada psicológica. Ele chegou a dar ânsia de vômito só de ver, sem nem a seringa encostar na boca. Conclusão: minha única saída era esperar chegar a hora de administrar o Alivium. Ele estava caindo de sono, mas aceitou tomar um banho. A febre baixou alguns pontinhos. Ainda tentei colocar a Novalgina na mamadeira. Ele só faltou perguntar se eu achava que ele era bobo, mas em vez disso, sentiu o gosto e abriu o berreiro. Então, me rendi à mamadeira só com leite e ao remédio não dado. Deixei dormir. Ele dormiu com mais de 38 de febre. Eu caí no choro me sentindo impotente e esperei exausta a hora de poder dar o Alivium. Tudo que eu queria era poder dormir bem, em vez de monitorar febre, principalmente depois de vários dias com filhos se revezando em doença. Mas precisava ficar acordada e sobrevivi. Dei o Alivium, não sob protesto. Ficaram duas gostas faltando, mas deixei, rezando para que a febre baixasse, porque eu não conseguia mais vigiar. Dormi. Ele também dormiu. E bem, graças a Deus.

Hoje Rafael levou a Gigi para a creche e ele acordou com uma febre baixa. Tomou o Alivium e já era hora de tomar o antibiótico de novo. Só que eu tinha esquecido que um dos componentes antibióticos era o Clavulanato. E quem é mãe sabe que Clavulanato solta e solta meeesmo. Ainda não tinha começado a dar o Floratyl. Logo depois de mamar, enquanto eu estava na cozinha fazendo meu pão, para tomar o café da manhã, ele foi até mim dizendo que tinha feito cocô.

Eu ainda não tinha trocado a fralda, então o cocô vazou e se espalhou todo. Lembrei do Clavulanato e da diarreia líquida que causava. Nisso o bumbum coçou, eu acho, ele enfiou a mão na fralda e a mão ficou molhada de cocô líquido. Ele tirou a mão com cara de nojo falando "aaaaaaaiiiiiii" e balançou a mão freneticamente, tentando que saísse. A mão dele fazia um cosplay de chuveirinho que em vez de água respingava cocô pelo chão e paredes. Eu nem tive o que dizer. Tadinho, também estava sendo vítima da diarreia que o remédio causava.

Eu estava acabando de dar banho nele, nem tinha ainda limpado o cocô pela casa, quando o pedreiro tocou a campainha. É. Hoje começou uma obra no meu banheiro para investigar um vazamento na vizinha do andar de baixo. É isso mesmo que vocês entenderam. Recebi a notícia de que precisaria fazer obra pesada, quebrar o chão todo, paredes, blá, blá, com uma bebê e um quase bebê em casa. MELDEUS. Fazer o quê?

Por que eu contei com tantos detalhes como está a loucura da minha vida? Sobre como aparecem problemas do nada? (Claro que problemas grandes na hora, mas pequenos depois porque são solucionáveis, comparando com tanta gente que tem problemas que permanecerão pela vida inteira.) 
Aí eu volto ao título do texto: Como eu me livro das minhas lamentações???
Lembro que passei essa noite e manhã de perrengue porque tenho filhos.
Lembro que passarei esse perrengue de obra em casa porque tenho casa. 
E eu prefiro ter filhos e ter casa.

LONGE DE MIM DIZER QUE MÃE NÃO PODE RECLAMAR. Botar pra fora, falar da maternidade real, desabafar, é comigo mesma. Eu sou humana, você também é. Ninguém vai te castigar e pode te julgar por isso. Mas cabe a você decidir se vai se afundar nas lamentações. Porque dar asas às lamentações é sabotar a si mesma. A vida é feita de um conjunto de momentos felizes. Reclame, desabafe, mas foque no que te faz feliz.

Sou feliz porque tenho filhos.
Sou feliz porque tenho casa.

E você? O que tem? O que faz você feliz? =)

Sobre minha desconstrução

Leio de tudo na internet e a palavra desconstrução está presente em muitos artigos. Para mim, refletir e estar propenso a mudar é se desconstruir. É se desconstruir para se construir de novo. Crescemos em um mundo rodeado de preconceitos, de marginalização de minorias, de dedos em riste, de julgamentos. Eu também estou inserida nesse mundo. E, apesar de criar os memes com indicações sobre o que não convém fazer, digamos assim, eu também julgo. 

Eu não tenho a menor dificuldade de fazer humor, mas, confesso, preciso me policiar para não julgar. A ideia do humor na minha página começou a partir de minhas próprias reflexões.  Percebi como julgava antes de ser mãe e como eu poderia fazer diferente. Percebi que mais do que tudo, preciso praticar a sororidade com outras mulheres. Segundo o dicionário, sororidade é o pacto entre as mulheres que são reconhecidas irmãs, sendo uma dimensão ética, política e prática do feminismo contemporâneo.  Eu diria também uma dimensão da maternidade. Praticar a sororidade na maternagem é entender que todas têm o direito às suas escolhas e respeitar isso. É entender que se alguém levanta uma bandeira não é para atacar, mas porque acha aquilo melhor para ela, não necessariamente para você, porque para você, só quem pode saber é você mesma. Cada uma sabe seu limite. Cada uma sabe sua dor. Praticar a sororidade é apenas uma vertente de praticar a empatia, se colocar no lugar do outro, mas de um jeito todo especial, porque esse outro é uma mulher, como eu, como você.

Mas o que isso tem a ver com os palpites que as pessoas dão sem deixar as mães em paz? Cada vez que recebo uma sugestão de uma leitora, eu me pergunto se já não fiz aquilo em algum momento. E pior: muitas vezes, mais do que me perguntar, eu me deparo com algo que já fiz, sim, sem jamais pensar que poderia estar incomodando. Para mim, a pior filosofia de vida é "falem mal mas falem de mim". Eu não quero que falem mal. E, mais ainda, eu quero fazer o bem. Por isso, para citar alguns exemplos aleatoriamente, se antes eu perguntava para um casal que não tem filhos quando vem o neném, se antes eu perguntava a uma grávida sobre preferência de sexo, se antes eu perguntava a uma mãe no puerpério se conseguiu amamentar, se antes eu fazia qualquer tipo de comparação do meu filho com o dos outros, eu já não vou fazer mais. Simplesmente porque eu não quero incomodar. 

Isso tudo para dizer que para mim, no meu processo de desconstrução, os memes estão longe de ser indiretas. Os memes são uma forma caricatural de humor (por isso o exagero), mas principalmente, têm me ajudado muito a refletir. É um processo constante de sempre pensar se aquilo poderia ofender. De ponderar se vale a pena falar ou se é melhor calar. De além de me colocar no lugar dos outros, lembrar que os outros são diferentes de mim. Lembrar que por trás de cada pessoa há histórias e às vezes traumas. E que se às vezes para mim não faz o menor sentido se ofender por aquilo, não posso obrigar outra pessoa a pensar como eu. E ela tem, sim, o direito de se sentir ofendida. Cabe a mim me colocar no lugar dela e procurar não ofendê-la. Isso, claro, se eu quiser ser uma pessoa melhor para mim e para os outros. 

É comum falar da opressão de minorias. Não sei se mães podem ser tratadas como minorias, mas sem dúvida são um grupo oprimido. São oprimidas se trabalham fora ou não, se alimentam os filhos de forma saudável ou não, se buscaram correta informação sobre o parto ou amamentação... Perceberam que a culpa é sempre da mãe (mulher)? O julgamento é sobre a mulher e não sobre uma sociedade que, além de não informar corretamente, está sempre apontando o dedo. E pior, o julgamento corriqueiramente vem de outra mãe. Então, mais do que pensar em indiretas, em brigas, em tomar partido disso ou daquilo, eu convido você que me lê a se desconstruir comigo. E, depois, ir se reconstruindo buscando sempre se colocar no lugar de uma outra mãe, sem julgar, sem comparar e sabendo que muitas vezes as escolhas são doloridas e nem tão acertadas, mas era o melhor que podiam ter feito no momento. Por experiência própria, fazendo esse exercício no âmbito da maternidade, a gente consegue estender essa prática a outros campos da vida. E também por experiência própria, não julgando e dando amor, é amor que a gente recebe. <3

Você conhece o Timokids?

O Timokids é um aplicativo para celulares e tablets que leva, para mamães e crianças do mundo todo, histórias e jogos socioeducativos ilustrados em 3D, narrados e legendados em diversos idiomas.

Todas as historinhas tratam de temas presentes no cotidiano e crescimento das crianças como medos, birras, bagunças, convívio entre irmãos e vários outros.  

Aproveite o cupom promocional especial do Mamãe Musa e baixe gratuitamente as histórias do Timokids em seu celular ou tablet e leve diversão e educação para seus filhos.


Eu não conhecia e, antes de criar o cupom para meus leitores conhecerem, experimentei no meu principal laboratório: minha casa! Matheus, que gosta de ar livre e não é de se prender a tablets facilmente, adorou. Espero que vocês também gostem. Aproveitem! 

Para saber mais como utilizar os cupons, acesse:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...