Minha obra de emergência pós-cachoeira na vizinha

Gente, vocês não têm noção do que têm sido os últimos dias na minha vida. Agosto foi o caaaaos. Quem me vê fazendo humor na internet não sabe do perrengue que passei. Olhem só que coisa de louco:

A vizinha do apartamento embaixo do meu já estava reclamando de um vazamento no banheiro dela e estávamos tomando medidas paliativas, sempre explicando que com duas crianças pequenas, o buraco era mais embaixo e, pra quebrar tudo, seria difícil. Aí abria um pedacinho da parede, via se parava; quebrava um quadradinho no chão, via se parava; colocava um rejunte no piso, pra ver se parava. Não parava. Até que um dia não teve jeito: começou uma cachoeira no banheiro da vizinha. Ao que tudo indicava, o vazamento vinha mesmo do nosso apartamento e se a gente não tomasse providências, provavelmente o negócio ia parar na justiça. Imagina se eu queria isso? Não! Claro que não. Até porque, vamos nos colocar no lugar dela, né? Eu tinha duas crianças em casa, ela tinha uma casa alagada. E eu não acharia legal estar em uma casa alagada. Então, fomos tentar resolver o problema dela. Chamamos um pedreiro que trabalha no meu prédio geralmente e começamos a abrir o chão. E abriu o chão, abriu o chão, abriu o chão de um jeito, que eu precisei fugir com as crianças para casa dos meus pais para não ficarem no meio de um canteiro de obra. Lembram dos meus posts no facebook dizendo que estava engarrafada na estrada Grajaú-JPA? Pois é, foi meu trajeto umas 3 semanas. 

Mas voltando, o negócio já estava tão quebrado que resolvi pedir ao papai muso para fazer as contas e embarcarmos em uma louca aventura, considerando que eu começaria uma obra, complexa, com duas crianças. Complexa por quê? Porque meu banheiro era original do prédio (anos 50) e minha casa não tinha suíte. Eu já tinha intenção de, quando mexesse no banheiro, dividi-lo para criar um social e uma suíte. Só que isso envolveria recuar 60 cm no quarto da Gigi. Isso tudo não tira tanto espaço, não, já que a planta do apê é grande para os padrões atuais, mas, cara, é transformar um banheiro em dois e ainda mexer no quarto, né? Por isso ficamos duros igual coco, porque, além da reforma e construção que isso envolve, mão de obra, revestimentos, precisamos comprar o resto todo em dobro! Torneiras, pias, vasos, chuveiros e tudo mais, porque não dava para aproveitar toda a velharia. Leroy foi meu passeio principal! hahaha. Ainda não dá para tirar foto porque como a pia será de cuba, precisamos primeiro do armário pronto para ter pia. Fechamos os armários (e portas, visto que foi criada uma nova - para a suíte -  e a outra transformada em porta de correr - para o social) e a previsão é estar tudo pronto em 3 semanas. Eu não tenho foto do antes! Até tenho, mas vou ter de procurar porque é de quando nos mudamos para ele em 2012. Não tirei foto do antes porque, quado decidimos, simplesmente saí tirando todas as coisas da Gigi do quarto dela e tacando no quarto do Matheus rsrsrs,  saí com as crianças para a casa dos meus pais e marido ficou tocando a obra. Quando voltei no fim de semana para pegar roupas minhas, já estava tudo quebrado! rsrsrs. Esqueci de pedir para tirar foto do antes e ele também não tirou, mas posso garantir que pareço estar em outra casa, graças a Deus, tudo certo. O transtorno passou e a obra ficou, isso valeu a pena, mas olha... que transtorno! Tinha dias que eu parecia que ia tombar de estafa. Ah, e o vazamento da vizinha acabou também. Imagina eu ter de continuar quebrando meus banheiros novos? Aí não, né? rs. De quebra, Rafael ainda deixou colocar pastilhas ROSAS na suíte porque disse que não quer dividir o box com meus shampoos e máscaras e cremes e o DELE vai ser o social. Então tá, né? hahahaha. Mas eu queria beeeem branquinho porque não aguentava mais um banheiro verde musgo rsrsrs e coloquei poucas pastilhas, só nos detalhes.

Mas e você, já passou por uma situação assim de emergência e inesperada que foi O perrengue na sua vida? Conte aí!

Beijo beijo,

Musa.

1 comentários:

  1. Minha amiga, quando mudei de apartamento, pedi para o pintor mudar a cor do quarto da minha filha para rosa (era branco). Fui com ele até o quarto, mostrei o que eu queria e tal. Quando voltamos, ele havia pintado O MEU QUARTO DE ROSA. Vontadibatê, viu?

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